Marketing digital otimizado pode reduzir custo de MPEs Sistema integrado da ReachLocal monitora as interações on-line

Guilherme Daroit

Em meio a um cenário econômico pouco favorável, que promete ser intensificado ao longo do ano, o surgimento de iniciativas que permitam um melhor direcionamento ou, até mesmo, a redução dos níveis de investimentos, se tornam ainda mais bem-vindas no universo das pequenas e médias empresas (PMEs). É o que oferece, por exemplo, a ReachLocal, uma multinacional de origem norte-americana que há três anos trouxe ao Brasil o seu sistema integrado de marketing digital, que rastreia e organiza, por segmento de atuação, as interações com possíveis consumidores, tornando-as mais efetivas.

Entre as ferramentas disponibilizadas pela empresa estão a otimização de palavras-chave em mecanismos de busca on-line, a gravação de ligações telefônicas, a criação de sites responsivos à plataformas mobile e a presença em redes sociais. Um dos diferenciais da solução, porém, é a variada composição dos pacotes por verticais de atuação das empresas contratantes.

“Percebemos, por exemplo, que spas recebem mais retorno por páginas em redes sociais, enquanto empresas automotivas tem uma performance melhor nas buscas. Com a nossa experiência, conseguimos elaborar pacotes com essas particularidades para cada um dos segmentos”, argumenta o CEO da ReachLocal no Brasil, José Geraldo Coscelli. Além do algoritmo que calcula essa composição, conta o executivo, as reuniões mensais entre a empresa e a contratante também podem definir mudanças de rumo, quando necessárias.

A solução ainda possibilita, através do software ReachEdge, o monitoramento preciso de cada centavo investido e de retorno trazido por cada ferramenta. Descrito como único no Brasil, o programa rastreia cada clique, o caminho percorrido por cada usuário após a primeira interação, e até mesmo a gravação para escuta posterior das ligações telefônicas realizadas pelos potenciais consumidores. “Não otimizamos por cliques, como se costuma fazer, mas sim pelas verdadeiras oportunidades de vendas”, acrescenta o executivo de vendas da filial de Porto Alegre, Alexandre Teófilo.

Embora sustente que a solução possa trazer resultados também para grandes companhias, a ReachLocal tem sua atuação voltada principalmente para pequenas e médias empresas, que, atualmente, respondem por 85% do faturamento da subsidiária brasileira. “As grandes empresas têm departamentos de marketing, potencial de investimento, podem fazer grandes campanhas e testar o mercado. Já as PMEs geralmente têm um dinheiro contado, que, se o investimento não der certo, dará problema no final do mês”, comenta Coscelli.

Oferecendo um acompanhamento mais detalhado e transparente do investimento, além da experiência da empresa no mercado, segue o executivo, a contratação da solução ajuda a otimizar o retorno do valor gasto em campanhas digitais pelos pequenos empresários. Uma das provas disso seria, justamente, o fato de que, em meio a um cenário de crise econômica, a procura espontânea pelos serviços oferecidos pela ReachLocal teria crescido de forma considerável nos últimos três meses, geralmente questionando de que forma a ferramenta ajudaria as PMEs a reduzirem os seus custos.

Com tíquete médio estimado em R$ 2 mil mensais pelos serviços, a ReachLocal tem, atualmente, cerca de mil clientes no País, sendo setenta deles em Porto Alegre. “Buscamos sempre atender localmente, com conhecimento do mercado local. Quando abrimos em Porto Alegre, contratamos profissionais gaúchos, assim como fazemos nas outras filiais”, conta Coscelli.

Particularidades que podem parecer banais, como a escolha por priorizar, nas pesquisas, as palavras “delivery”, preferida em São Paulo, ou “telentrega”, no caso gaúcho, podem fazer muita diferença na performance, complementa Teófilo. Ainda que perceba o mercado digital brasileiro cinco anos atrás do norte-americano, os executivos apostam na, cada vez maior, presença dos brasileiros no ambiente digital para encurtar essa distância em breve. “Hoje, 39% das pesquisas já são feitas pelo celular, por exemplo. Até o fim do ano, segundo o Google, já serão 50%. É preciso estar preparado para esse cenário”, argumenta Coscelli, que descreve, ainda, o público gaúcho como “de vanguarda” na região Sul e foco de crescimento no curto prazo.

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“Hoje, como no setor automotivo, a gente vê que algumas vezes o cliente já chega na loja sabendo mais sobre os produtos do que os próprios vendedores, porque antes de ir até lá já pesquisou tudo que existe de referência sobre o carro, por exemplo”, continua Teófilo, que defende que os empresários precisam e, na prática, até já estariam, entendendo melhor essa mudança do perfil dos consumidores.

Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=196259

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